Mostrando postagens com marcador ECONOMIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ECONOMIA. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Convênio entre o INCRA e o CIDEJA foi assinado nesta sexta dia 06 de maio


Na manhã desta sexta-feira (06) foi assinado convênio entre INCRA e CIDEJA que pretende regularizar mais de 500 imóveis rurais da região. 

A intenção da parceria é regularizar propriedades de até quatro módulos fiscais, que não tenham documentação. 

Para tal ação, deve ser destinado R$ 1,9 milhão para utilização dentro de um prazo de dois anos.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Juros cada vez mais altos


O descontentamento de grande parte da população contra o governo federal foi exposto ontem nas ruas. Muito deste descontentamento tem a ver com os rumos da economia, que tem visto cenário preocupante, dia após dia. O consumidor que não paga a fatura integral do cartão de crédito, por exemplo, vê a dívida aumentar mais de cinco vezes em apenas um ano. De acordo com recente pesquisa pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), em fevereiro, os juros médios no cartão chegaram a 419,6% ao ano, a maior taxa desde outubro de 1995. 

Com esses juros, o consumidor que deve R$ 1 mil no cartão de crédito vê o débito saltar para R$ 5.196,00 ao fim de 12 meses. Em janeiro, os juros médios estavam em 410,97% ao ano. Na comparação mensal, a taxa passou de 14,56% ao mês em janeiro para 14,72% em fevereiro. 

Em nota, a Anefac informou que a alta dos juros foi provocada pelo crescimento da inadimplência, que faz com que as instituições financeiras reajustem as taxas. O aumento do desemprego, da inflação e de impostos reduz a renda disponível dos consumidores, elevando o risco de calote. 

O correntista que entra no cheque especial também não tem alívio e vê a dívida ser multiplicada em quase quatro vezes em um ano. As taxas médias para essa modalidade atingiram 255,94% ao ano (11,16% ao mês), no maior nível desde julho de 1999. Uma dívida de R$ 1 mil aumenta para R$ 3.559,40 ao fim de 12 meses. 

Os juros médios nas linhas de crédito para pessoa física chegaram a 7,77% em fevereiro (145,76% ao ano), na maior taxa desde fevereiro de 2005. Nesse caso, uma dívida de R$ 1 mil sobe para R$ 2.457,60 em um ano. Em janeiro, a taxa estava em 7,67% ao mês (142,74% ao ano). Realmente, o cenário é complicado economicamente. A crise política e institucional só tende a agravá-lo.

*DP

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Gasolina e diesel terão novo aumento de preços no Estado


A partir de 1º de março, começa a valer nova base de cálculo para cobranças de impostos pela Receita Estadual. 

Os combustíveis terão novo aumento de preços no Rio Grande do Sul. A elevação chegará para o consumidor na próxima semana. Deve ser, em média, de R$ 0,10 no litro da gasolina e de R$ 0,03 para o diesel. As informações são do blog Acerto de Contas, da Rádio Gaúcha. 

O motivo é a mudança na base de cálculo pela Receita Estadual. A Receita trabalha com um preço médio do combustível para fazer a cobrança de impostos e, em razão do aumento do ICMS de 25% para 30% em janeiro, esta base de cálculo será revista. 

É a chamada margem de valor agregado, que subirá cinco pontos percentuais. A mudança incidirá no início da cadeia — nas distribuidoras — e chegará ao consumidor a partir de 1º de março. 

Leia mais: 

Gasolina sobe até R$ 0,30 em postos de Porto Alegre 

O impacto da alta do ICMS no bolso dos gaúchos 

No caso dos combustíveis, o ICMS é cobrado antes na cadeia econômica, projetando um valor final médio cobrado do consumidor. Pesquisa de janeiro da Receita Estadual apontou elevação nesta base do cálculo para determinar o tributo a ser pago pela distribuidora. 

Segundo a Receita Estadual, a margem de valor agregado está voltando ao patamar de setembro do ano passado. A instituição acrescenta que, naquele mês, houve redução porque a mesma pesquisa com as notas eletrônicas emitidas por postos tinha apontado redução da gasolina e do diesel. 

Um empresário de posto de combustível, no entanto, afirma que o imposto cobrado será maior devido à elevação das alíquotas. Em primeiro de janeiro, entrou em vigor o ICMS maior sobre combustíveis. Na gasolina, representou um aumento aproximado de R$ 0,30 nas bombas para o consumidor final. 

Entenda a cobrança 

O ICMS é cobrado pelo Estado na distribuidora. Ele é calculado em cima de um valor estimado de venda para o consumidor final. A Receita Estadual define este valor a partir de uma pesquisa. Quando ele aumenta, afeta o cálculo e sobe também o preço do combustível que é vendido para o posto. Este, por sua vez, repassa para o consumidor final. 

Em resumo, o que ocorreu em janeiro foi aumento na alíquota de ICMS, que passou de 25% para 30%. Agora, está subindo o valor sobre o qual incide este percentual. 

Preços atuais 

A última pesquisa da Agência Nacional do Petróleo apontou os seguintes preços médios para os combustíveis que terão aumento no Rio Grande do Sul: Gasolina: R$ 3,91 Diesel: R$ 2,95 


*Rádio Gaúcha

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Parcelamento de salários pode se repetir em março


Secretaria da Fazenda projeta leve melhora somente em abril. 

O atraso no pagamento da folha dos servidores estaduais neste mês de fevereiro já era previsto apesar de a confirmação ter ocorrido apenas nessa sexta-feira. Os prognósticos da Secretaria da Fazenda em relação ao pagamento da folha para o mês que vem também não são animadores. 

A projeção é de que, em março, o cenário complicado se repita. Além das manifestações públicas sobre a manutenção das dificuldades financeiras, internamente, nos bastidores do governo do Rio Grande do Sul, e em reuniões com integrantes da base aliada, a situação econômica é classificada como caótica. 

Uma leve melhora pode ocorrer em abril, quando haverá reforço em caixa com ingresso de valores do IPVA devido ao fim do prazo de parcelamento do imposto. 

Nessa sexta, o Secretário da Fazenda Giovani Feltes anunciou que receberão em dia apenas os trabalhadores com vencimentos de até R$ 1.750. 

Feltes explicou que o aumento do ICMS não gerou o esperado para os cofres do governo, o que ocasionou a necessidade de novos parcelamentos. “Recordo que lá atrás nós falamos que o aumento do ICMS aliviaria em um torço o problema, mas não solucionaria. 

Em razão da retração econômica que estamos tendo, esse aumento não chegou a um terço, resolveu apenas um quarto do problema”, afirmou. 

O pagamento de até R$ 1.750 será feito na próxima segunda-feira. Feltes explicou que o Piratini aguardou até o último momento para fazer o anúncio para saber quanto poderá pagar a cada servidor. O governo espera quitar a folha até o dia 15 de março.


*Correio do Povo

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Primeiras lavouras de soja começam a ser colhidas no Rio Grande do Sul

Os dados são do Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar

As condições meteorológicas têm sido favoráveis às lavouras da oleaginosa do Estado. 

Embora com percentual ainda muito pequeno, menos de 1%, a colheita da soja já foi iniciada no Rio Grande do Sul e deve se acentuar a partir de agora, destaca o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nos últimos dias. 

Na Região das Missões, em municípios como São Paulo das Missões, foram colhidas as primeiras lavouras do cedo, com produtividade de 50 sacas por hectare, e no Alto Uruguai a colheita do grão nas áreas com cultivares mais precoce e plantio mais do cedo também já começou. 

As condições meteorológicas têm sido favoráveis às lavouras da oleaginosa do estado. A maior parte das plantações está nos estágios de florescimento e formação do grão (80%) e as chuvas regulares, intercaladas com períodos de sol, contribuíram com o desenvolvimento das plantações, que segundo os técnicos da instituição, é vigoroso. 

Nas Unidades de Referências Técnicas, o monitoramento de pragas continua registrando baixa pressão de lagartas e percevejos, mas ainda assim os agricultores estão tratando, principalmente, o controle de percevejos, já que a praga começa a ser problema na fase de formação de vagens e os produtores não querem correr o risco de possíveis perdas, explicam os extensionistas. 

A comercialização do grão continua lenta, com compradores cautelosos e os produtores com foco na lavoura e na colheita que inicia. 

Em relação aos preços a tendência ainda é a mesma das últimas semanas, de pequena queda, o valor médio da saca de 60 kg do produto nesta semana foi de R$ 72,66, 1,12% menor em relação à anterior.


*DP

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Reajuste do salário mínimo regional frustra trabalhadores e empresários

Entidade que representa trabalhadores tentará para garantir os 11,38% da inflação 
Foto: Maykon Lammerhirt / Agencia RBS
Palácio Piratini propôs 9,6% de aumento, que ainda precisa passar pelo crivo da Assembleia Legislativa para entrar em vigor.

A proposta de reajuste do salário mínimo regional de 2016, enviada pelo governo do Estado à Assembleia Legislativa nesta sexta-feira, desagradou tanto a entidades que representam trabalhadores quanto empresários. Depois de muita discussão, o Palácio Piratini propôs aumento de 9,612%, que ainda precisa ser aprovado pelos deputados estaduais para entrar em vigor. 

Presidente da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), Luiz Carlos Bohn classifica a definição como "surpreendente, no mau sentido". Ele afirma que, se o percentual receber a aprovação do Parlamento, a principal consequência será "uma menor absorção de trabalhadores no mercado". 

— Todas as expectativas ficaram frustradas, inclusive em relação ao que vinha sendo discutido com integrantes do governo. Nossa proposta era não conceder aumento este ano, porque, mesmo sem reajuste, a primeira faixa do piso regional já está 15% acima do salário mínimo nacional, e o cenário econômico é de dificuldades — avalia Bohn. 

Na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), o tom também foi de críticas. A entidade defende a extinção do reajuste. 

— A dinâmica industrial do Estado não está diferente do país e apresenta quedas sucessivas neste que já é o maior ciclo recessivo do setor. Os dados do ano recém terminado mostram que estaremos retornando ao patamar de atividade fabril obtido em 2009, ou seja, um retrocesso de seis anos — alertou o presidente Fiergs, Heitor José Müller. 

O Projeto encaminhado à Assembleia leva em conta a variação do rendimento médio dos trabalhadores do setor privado nacional, apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) entre o terceiro trimestre de 2014 e o mesmo período de 2015. 

Por meio da proposta, o Piratini diz acompanhar os movimentos cíclicos da economia. O mínimo regional tem cinco faixas salariais, que atualmente variam de R$ 1.006,88 a R$ 1.276, conforme o segmento profissional. Com o reajuste, os rendimentos ficarão entre R$ 1.103,66 e R$ 1.398,65. 

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-RS) manifestou inconformidade diante do anúncio, mas por um motivo bem diferente. Em nota oficial, a entidade afirmou que o índice escolhido é "bem inferior à inflação do período, que foi de 11,38%" e que o governo cedeu à "pressão patronal, que historicamente defende o fim do mínimo regional". O índice também ficou abaixo do aumento do salário mínimo nacional, de 11,68%. 

Segundo o presidente da CTB-RS, Guiomar Vidor, em nada se justifica um reajuste inferior à inflação do período, porque os empresários e o governo já repassaram esses índices aos produtos, serviços e impostos. 

— É uma desconsideração do governo com os mais de 1,3 milhão de trabalhadores e trabalhadoras que dependem diretamente deste reajuste, e que são os que mais precisam. Afinal, são pessoas que não possuem representação sindical ou são representados por entidades mais frágeis e situados em municípios menores — disse Vidor. 

Conforme a CTB, as centrais sindicais articulam uma emenda ao projeto do Poder Executivo para garantir pelo menos 11,38%. 

A Central  Única dos Trabalhadores do Estado (CUT-RS) informou ter recebido com "enorme frustração" a notícia, já que a reivindicação das centrais sindicais era de 11,68% — mesmo percentual concedido ao salário mínimo nacional em janeiro. 

— A proposta de Sartori, que não concedeu nenhuma audiência para ouvir as centrais sindicais, é um retrocesso e representa arrocho salarial para cerca de 1,5 milhão de trabalhadores gaúchos, que recebem o chamado piso regional, o que é totalmente inaceitável — afirmou o secretário de Comunicação da CUT-RS, Ademir Wiederkehr. 

O Projeto foi protocolado com regime de tramitação normal, mas a tendência é de que o governo tente um acordo para garantir a votação nas próximas semanas. Se aprovado, o novo valor entrará em vigor a partir da data de publicação da lei, com efeitos retroativos a 1º de fevereiro de 2016.

*ZH

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Carnes de frango e porco terão aumento de 20% este ano


Motivo é o aumento do preço dos insumos. 

O alerta já foi dado aos que comercializam o produto e, para o consumidor, o momento é de preparar ainda mais o bolso. 

O preço das carnes de frango e porco - alternativas utilizadas por quem busca fugir do valor salgado da carne de rês -, deve aumentar até 20% devido ao cenário crítico enfrentado pela avicultura e a suinocultura do país. 

Na mesma proporção, as estratégias que a população tem adotado para manter a proteína no prato sem gastar muito crescem tanto quanto a redução da compra. Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas e Opinião (IPO) demonstrou que dos 74,2% das pessoas  cortaram algumas despesas mensais, 53% deles aplicaram a prática no supermercado. 

No carrinho, a opção que desaparece com mais frequência é a carne de gado. Agora, com o aumento de preço marcado para o primeiro bimestre do ano, a tendência é diminuir também os outros tipos. 

O alerta vem da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o motivo é o aumento do preço dos insumos. Na medida em que a produção e os custos destes crescem - como mão de obra, energia e combustíveis -, a escassez de milho e farelo de soja, registrada em diversas regiões no Sul e Sudeste do país, gera a elevação no preço da ração. 

De acordo com o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra, a primeira safra é insuficiente para atender a demanda. E o custo para transportar parte do estoque registrado no Centro-Oeste também significa um obstáculo, dificultando a tentativa de fazer com que os níveis de produção na avicultura e na suinocultura permaneçam os mesmos. 

Para a segunda safra, a opção será importar milho do Paraguai e da Argentina, cujos excedentes não são elevados. A redução do consumo, como um todo, já aparece em alguns supermercados e açougues . 

De acordo com o gerente de uma unidade central, Rudinei Meirelles, quem antes ia ao estabelecimento comprar um quilo de carne, hoje pede uma média de 700 gramas. “Eles não deixaram de consumir, mas reduziram bastante”, enfatiza. 

Exemplo disso é o aposentado Milton da Silva. Ele compra uma vez por semana a carne vermelha. Mas quando precisa economizar, recorre ao frango comercializado em bandejinhas de supermercado. Maria Regina Sampaio, de 58 anos, diz que o bolso do aposentado sente tudo. Ela conta que se antes comprava cinco quilos de carne por mês, atualmente reduziu para três, “e olhe lá”. 

Destes, muito frango - a opção mais econômica. 

Comprovação em dados 

Ao comparar o consumo registrado em 2014 com o do ano passado, no Brasil, já é possível perceber que a compra da carne de frango e do porco tem se tornado um ponto-chave para continuar consumindo a proteína sem investir o tanto que é necessário na carne de rês. 

De acordo com a ABPA, só em frango foram 13,146 milhões de toneladas - 3,58% a mais do que em 2014. No terceiro trimestre de 2015 o abate de suínos foi de 10,18 milhões de cabeças.Um recorde, segundo o IBGE. 

Por outro lado, o abate de bovinos ficou em 7,56 milhões de cabeças. O que significa uma queda de 0,9% em relação ao 2º trimestre de 2015 e 10,8% frente ao 3º trimestre de 2014. Assim, o Brasil se tornou o segundo maior produtor de carne de frango do mundo. Superou a China, que produziu no ano passado 13,025 milhões de toneladas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. “A carne de frango ampliou sua liderança como a mais consumida pelo brasileiro”, considera Turra. 

 Gastos 

Consumo per capita de carne de frango nos últimos cinco anos  

2015 - 43,25 quilos 

2014 - 42,78 quilos 

2013 - 41,80 quilos 

2012 - 45,00 quilos 

2011 - 47,38 quilos 

Consumo per capita de carne suína nos últimos cinco anos  

2015 - cerca de 15 quilos (fechamento ainda não oficial) 

2014 - 14,6 quilos 

2013 - 14,5 quilos 

2012 - 14,9 quilos 

2011 - 14,9 quilos

*DP

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Gasolina ainda mais cara para o final de semana

Reajuste fez com que o litro da gasolina ultrapassasse os R$ 4,00 em grande parte dos postos do Estado  

Aumento de R$ 0,15 no álcool deve refletir em, no mínimo, R$ 0,04 a mais na gasolina 

O mês de janeiro sequer chegou à metade e o bolso do gaúcho irá pesar ainda mais nos próximos dias. 

Com o reajuste de R$ 0,15 no valor do álcool, o reflexo também ocorre em relação à gasolina. A expectativa é de cerca de R$ 0,04 a mais para os postos, o que será repassado aos consumidores. 

São dois ajustes em duas semanas: um por conta do aumento do ICMS e outro por reajuste da Petrobras, o que fez com que o litro ultrapassasse os R$ 4,00 em grande parte dos postos do Rio Grande do Sul. 

O Delegado Regional do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes (Sulpetro), Paulo Moreira, explica que os custos de produção do álcool aumentaram pela baixa produtividade das usinas. 

E assim, uma coisa leva a outra. Visto que 25% da composição da gasolina é de álcool, esta também tem seu valor majorado. Já o grande aumento percebido no primeiro dia de 2016 ocorreu devido ao aumento do ICMS gaúcho. 

Moreira ainda ressalta que não há como prever quanto a mais será cobrado na hora de abastecer. "Cada empresário tem uma política", diz. O gerente de um dos postos centrais da cidade de Pelotas, Matheus Alalan, sugere que a média de preço da cidade será de, no mínimo, R$ 4,15. No ano passado, neste mesmo período, a média era de R$ 3,25. 

Alternativas 

Para equilibrar os impactos, alguns postos da cidade adotam promoções que atraem os clientes e diminuem o gasto por mês. 

Em alguns postos, são feitas promções na tentaiva de atrair mais clientes, Em Pelotas, por exemplo,  tem postos que fazem promoções como esta, veja,   toda terça-feira é cobrado pela aditivada o mesmo preço da comum. 

Inicialmente era possível até mesmo inovar nas ofertas, com um valor mais barato quando o pagamento era feito em dinheiro. Mas diante dos aumentos, a prática não tem sido muito viável.


*DP

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Termina nesta quinta-feira o prazo para o empregador pagar o Simples Doméstico


Receita Federal espera gerar cerca de 1,25 milhão de guias. 

Termina nesta quinta-feira o prazo para o empregador pagar as guias do Simples Doméstico relativas ao 13º e à folha de dezembro. São duas guias distintas e devem ser impressas no portal do eSocial. 

A Receita Federal destaca que é importante o empregador encerrar primeiro a folha correspondente ao 13º salário para depois fechar a folha de dezembro. 

No eSocial (Simples Doméstico), o empregador recolhe, em documento único, a contribuição previdenciária, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o seguro contra acidentes de trabalho e a indenização compensatória (multa do FGTS), além do Imposto de Renda dos empregados que recebem acima da faixa de isenção (R$ 1.903,98). 

Entenda as novas medidas da Lei das Domésticas que entram em vigor em outubro 

Até as 16h50min de quarta, haviam sido emitidas 1.061.101 guias relativas ao 13º e 1.036.332 relativas à folha de pagamento de dezembro, segundo o Ministério do Trabalho e Previdência Social. 

A expectativa da Receita Federal é que sejam gerados aproximadamente 1,25 milhão de guias, número semelhante ao gerado em outubro e novembro de 2015. 

O site do eSocial tem uma seção dedicada aos usuários da ferramenta. Segundo dados da Receita, até ontem, o portal tinha 1.420.254 empregadores domésticos cadastrados e 1.620.762 empregados domésticos registrados. 


*Agência Brasil

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Queda de bolsa chinesa leva instabilidade a mercados no mundo


Pregão em país asiático é suspenso após despencar 7% em meio ao recuo da atividade industrial e venda antecipada de ações. Investidores buscam refúgio no dólar, que fecha acima de R$ 4 no Brasil. 

Sem que os analistas tenham conseguido identificar de forma clara a razão para um movimento tão brusco, o mercado acionário chinês teve nesta segunda-feira novo pregão de forte queda, espalhando aversão ao risco para as demais grandes bolsas de Ásia, Europa e Américas. 

Com o gatilho do indicador que mostrou, sem surpresas, retração da atividade industrial do país pelo décimo mês consecutivo, Xangai encerrou a segunda-feira com retração de 6,86%. A curiosidade é que a forte baixa levou ao acionamento do circuit breaker, mecanismo que interrompe os negócios quando há grande variação dos índices de ações, logo em seu dia de estreia. 

A reboque do derretimento do mercado chinês e das incertezas quanto à aterrissagem da economia do gigante asiático, a bolsa de Tóquio, no Japão, caiu 3%, Frankfurt, na Alemanha, recuou 4,28% e o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, teve queda de 1,58%. 

Em situação ainda mais frágil, o Brasil não escapou do contágio. O índice Ibovespa teve perda de 2,79%, fechando a 42.189 pontos, o menor nível desde abril de 2009, e o dólar subiu 2,18% e voltou a superar a barreira de R$ 4. A moeda americana encerrou o dia a R$ 4,039, o maior valor desde 29 de setembro. 

– O que se pode ver são vários indicadores ruins, com a economia chinesa crescendo em ritmo menor, o que impacta o preço das commodities, principalmente minério de ferro e petróleo, que ano passado já caíram bastante. E isso no Brasil impacta tanto a bolsa quanto a economia real – avalia Wagner Salaverry, sócio-diretor da Quantitas. 

Para André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, apesar de parecer que os resultados fracos da indústria chinesa dispararam as ordens de venda mundo afora, por trás do movimento está a percepção de que 2016 será mais um ano ruim para os emergentes. 

– E também nada favorável às bolsas por causa da alta do juro nos Estados Unidos – entende Perfeito. 

Outro motivo especulado como motivador foi a aproximação do fim do período de proibição de grandes investidores, com participação superior a 5% no capital de empresas, de se desfazerem de papéis. Imposta em julho de 2015 pelo governo chinês, a norma expira neste mês e pode ter levado pequenos investidores a se anteciparem ao fim da restrição e venderem ações, protegendo-se da queda prevista. 

Roberto Dumas Damas, especialista em economia chinesa do Insper, sustenta que não há surpresa nem nos dados ruins da indústria chinesa ou na queda brusca da bolsa local. O quadro, afirma Damas, faz parte da ação planejada de transição da economia do país asiático para um modelo baseado no investimento para o consumo interno. Com isso, a taxa de crescimento da China, de 10% na última década, será reduzida para algo entre 4,5% e 5,5% nos próximos 10 anos. 

– O estopim da queda da bolsa teve o investidor desavisado, que acha que a economia chinesa iria continuar a crescer no mesmo ritmo, e o especulador que quer deixar despencar para depois comprar com os preços lá embaixo – diz Damas. 

Nos próximos meses, provavelmente o mundo voltará a ser sacudido por uma retração brusca das bolsas chinesas causadas por dados que mostram a economia perdendo ritmo, avalia Damas. 

O especialista observa que hoje, enquanto no Brasil o consumo responde por 66% do PIB, na China é apenas 35%. Para chegar a 50%, prevê, ainda deve demorar pelo menos mais oito anos. 

Mercado prevê mais inflação e queda maior do PIB em 2016 

Um dia de bolsas no vermelho 

Xangai/Shenzhen*: -7,02% 

Tóquio: -3,06% 

Hong Kong: -2,68% 

Taiwan: -2,68% 

Frankfurt: -4,28% 

Londres: -2,39% 

Paris: -2,47% Milão: -3,20% 

São Paulo: -2,79% 

Cidade do México: -1,92% 

Buenos Airs: -1,34% 

Nova York/Dow Jones: -1,58% 

Nova York/Nasdaq: -2,08% 

Nova York/SP500: -1,53% 

*Índice composto das bolsas chinesas de Xangai e de Shenzhen 

O que é circuit breaker 

É um mecanismo de controle da variação brusca dos índices de ações utilizados pelas bolsas. São acionados, com a interrupção dos negócios, quando a alta ou baixa supera um limite anteriormente estabelecido. É uma proteção à volatilidade excessiva em momentos atípicos do mercado. No caso da Bovespa, é usado quando a variação chega a 10%. Na China, a tolerância é de 5%, e o mecanismo foi usado no primeiro dia em que começou a valer – ontem. 

A Bolsa de Xangai teve outras quedas significativas no ano passado 

8 de julho -5,90% 

Forte recuo decorreu das preocupações dos investidores chineses com a existência de uma bolha no mercado de ações. Ou seja, preços inflados sem sustentação na economia. 

27 de julho -8,48% 

Foi a maior queda diária desde 2007, em meio ao recuo dos lucros das grandes empresas e da atividade manufatureira em geral no país asiático, ampliando o receio de que a desaceleração econômica se mostrasse maior do que a esperada. 

24 de agosto -8,49% 

A segunda-feira negra foi gerada porque fracos indicadores econômicos divulgados pelo governo chinês na sexta criaram a expectativa de medidas de estímulo que não vieram neste dia. 

*ZH

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Governo do RS anunciará nesta quarta se parcela salário de servidores

Governo contará com recursos de empréstimo e IPVA para pagar salários.
Anuncio oficial deve ser feito pela Secretaria da Fazenda do estado.

Para conseguir arcar com a folha de pagamento do mês de dezembro, o governo do Rio Grande do Sul espera contar com R$ 241 milhões oriundos de antecipação do IPVA e mais R$ 162 milhões de um empréstimo com o Banco Mundial. Pelo menos uma parte do dinheiro deve ser depositada aos servidores, mas o Executivo só vai confirmar se ocorrerá o parcelamento ou não nesta quarta-feira (30), conforme afirmou o secretário da Fazenda, Giovani Feltes. Caso ocorra o parcelamento, os salários devem ser pagos até o dia 4 de janeiro. 

Durante toda a terça-feira (29), técnicos da Secretaria da Fazenda monitoraram a entrada de dinheiro para avaliar se seria possível pagar os salários. 

Apesar do posicionamento oficial ocorrer na quarta, a partir da meia-noite será possível averiguar se parte ou todo o dinheiro foi depositado. Caso haja parcelamento, os detalhes serão esclarecidos ao longo do dia. 

A folha de pagamento dos servidores do Poder Executivo representa um total de R$ 1,2 bilhão. 

 Para pagar os salários no decorrer de 2015, o governo gaúcho já antecipou a devolução dos créditos do Fundo de Fomento Automotivo (Fomentar-RS), já ampliou o limite de saque dos depósitos judiciais, e atrasou pelo menos nove parcelas da dívida com a União. Já ocorreram parcelamentos nos meses de julho, agosto, novembro e também do 13º

Cronologia do ajuste fiscal de Sartori 

As medidas adotadas foram suspensão, por 180 dias, de pagamentos a fornecedores do governo anterior; suspensão de nomeação de aprovados em concursos e criação de novos cargos públicos, e redução de gastos com viagens, diárias e serviços, entre outras. 

Em junho, o Palácio Piratini anunciou mais uma série de medidas para tentar amenizar o rombo na finanças, chamada de segunda fase do pacote de ajuste fiscal. Entre elas, estavam a prorrogação, por mais 180 dias, do decreto de corte de gastos de janeiro, além de projetos de leis de responsabilidade fiscal e de revisão de incentivos fiscais além de alterações nas concessões de pagamentos com licença-prêmio e funções gratificadas (FGs). 

O terceiro pacote de ajuste fiscal foi apresentado em 6 de agosto. Entre as principais medidas, estavam as propostas de alteração no regime de previdência de futuros funcionários públicos, alteração no tempo de serviço de servidores da Brigada Militar, e a extinção de três fundações estaduais, entre outras. 

 O aumento de impostos foi a decisão da chamada quarta fase do ajuste fiscal. No pacote estava a proposta do aumento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e de outros tributos. 

 Na quinta fase do plano, o governo gaúcho encaminhou à Assembleia Legislativa um projeto que concedia desconto para a General Motors (GM) para o pagamento antecipado de empréstimos concedidos pelo governo estadual. A proposta altera o Fundo de Fomento Automotivo (Fomentar), criado em 1996, durante o mandato de Antônio Britto (PMDB). 

Com isso, a GM injetaria R$ 302 milhões nos cofres públicos que garantiria o pagamento dos salários dos servidores estaduais em novembro.


*G1/Rs

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Pinheiro Machado por problemas no Cadin não obteve recursos necessários para a implantação de parreirais em assentamentos


Com quase dois anos em atividade, o projeto que visa à instalação de parreirais em assentamentos da reforma agrária em quatro municípios da região da Campanha prossegue com força em apenas dois: Hulha Negra e Candiota. Sant’Ana do Livramento e Pinheiro Machado, por pendências no Cadastro Informativo Municipal (Cadin), não obtiveram os recursos necessários para a implantação. 

A afirmação é do presidente do Comitê de Fruticultura da Metade Sul, Adelino Luiz dos Santos. 

No projeto, conforme o dirigente, serão utilizados 10 hectares e meio para cada município, sendo que cada produtor assentado poderá utilizar meio hectare para produzir uvas para sucos, produção que será comprada pelas prefeituras para utilização na merenda escolar. Conforme Santos, na Hulha Negra, o projeto está prestes a ser concluído. 

“É o município que mais avançou nessa proposição”, frisa o presidente do comitê. 

O Secretário Municipal de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente de Hulha Negra, Carlos Manzke, concorda e relata que são beneficiados com o projeto 21 produtores. 

“O processo de implantação do projeto está em 95%. As mudas já foram plantadas e estamos, também, finalizando a questão das instalações nos assentamentos para o cultivo das uvas. Em janeiro, faremos a prestação de contas dessa primeira etapa do projeto”, explica Manzke. 

As uvas que serão cultivadas são de espécies próprias para consumo in natura ou produção de sucos. 

Os recursos para o projeto foram de R$ 665 mil provenientes do Fundo de Desenvolvimento de Vitivinicultura (Fundovitis) e mais R$ 45 mil de contrapartida da Prefeitura de Hulha Negra. 

Importância

Em Candiota, Santos informa que o projeto está na fase final de licitações e que, nos próximos meses, ele acredita, iniciará o processo de implantação das mudas.

“Esse projeto é muito importante para a agricultura familiar da região, que tem condições de oferecer uma produtividade muito boa. Além disso, como será feito em pequenas áreas dos assentamentos, é mais uma alternativa de diversificação de renda para esses produtores”, ressalta Santos que complementa: 

“É um projeto com início, meio e fim. O produtor planta a uva, colhe-a e vende-a para produção de suco, com garantia de que sua produção será adquirida pelas prefeituras”, comenta. 

Agroindústria 

No entanto, o dirigente entende que é necessária a instalação, nos assentamentos, de uma agroindústria que irá fazer o beneficiamento da uva para produção dos sucos.

“O projeto contempla essas agroindústrias, mas, com a falta de recursos do governo do Estado, ainda não foi sinalizada essa possibilidade. 

Porém, iremos tratar com o secretário e representantes do Fundovitis já no começo de 2016 sobre a instalação das agroindústrias, bem como a ampliação desse projeto para outros municípios da região”, declara Santos. 

Conforme o dirigente, o comitê tentará agendar uma reunião com o secretário Ernani Polo durante a Feovelha de Pinheiro Machado, que irá ocorrer de 27 a 31 de janeiro.










*Eigatimaula

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Desemprego atinge maior taxa da série que começou em 2012

No trimestre anterior, o índice estava em 8,3%, já de julho a setembro do ano passado a porcentagem estava ainda em 6,8%.

O desemprego no país alcançou 8,9% no terceiro trimestre (julho, agosto e setembro) de 2015, informou nesta terça-feira (24) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

É a maior taxa da série iniciada em 2012. No trimestre anterior (abril, maio e junho), o indicador estava em 8,3%. 

Os dados divulgados, que fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua Trimestral (Pnad Contínua), indicam que a população desocupada no Brasil chegou a 9 milhões de pessoas. 

A população ocupada, no terceiro trimestre, corresponde a 92,1 milhões de pessoas. 

A pesquisa indica, ainda, que cerca de 35,4 milhões de pessoas tinham, no terceiro trimestre, carteira de trabalho assinada no setor privado. 

No terceiro trimestre do ano passado a taxa de desocupação foi 6,8%. 

A Bahia foi o estado que teve a maior taxa de desocupação (12,8%) e Santa Catarina a menor (4,4%). 

Entre os 27 municípios das capitais, Salvador registrou a maior taxa de desemprego (16,1%) e o Rio de Janeiro a menor (5,1%). 









*Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Perdas municipais serão novamente consideradas pelo TCE

Folador, Ziulkoski e as técnicas do Tribunal de Contas do Estado
Órgão que examina contas das prefeituras prometeu ter sensibilidade com queda na arrecadação e atrasos de repasses. 

Os Prefeitos gaúchos contarão com a sensibilidade do Tribunal de Contas (TCE) para o encerramento de mandato. 

O órgão fiscalizador reconhece queda na arrecadação e atrasos de repasses e promete levar novamente em consideração os prejuízos municipais na análise das contas das prefeituras. 

"Tivemos perdas de receita que não foram provocadas por má gestão. Queremos que o Tribunal considere esse déficit na hora de julgar as contas das prefeituras", defende o presidente da Famurs, Luiz Carlos Folador. 

O Prefeito do Município que encerrar o ano com despesas não quitadas pode ser apontado pelo TCE por improbidade administrativa, que entre outras penas acarreta em multa, ficha suja e inelegibilidade. 

O assunto foi tema de Assembleia Geral da Federação, realizada na terça-feira (10/11), na sede da entidade. Na ocasião, duas representantes do TCE participaram do encontro e apresentaram um discurso que tranquilizou os gestores municipais.

"Conseguimos mudar o enfoque da atuação do Tribunal de Contas", afirmou a supervisora de contas municipais do TCE, Maria Luiza Reginato, que esteve acompanhada da auditora pública externa Luciana Mendes. 

Segunda Maria Luiza, as Prefeituras devem utilizar os relatórios financeiros da Famurs para comprovar as perdas. 

É possível enviar cópia de convênios, atas e informações detalhadas sobre os prejuízos dos municípios nas áreas da saúde, assistência social e transporte escolar. O prazo para o envio dessas informações é 31 de janeiro de 2016. 

Elas também ouviram relatos de prefeitos que alegaram dificuldade para encerrar o mandato com os pagamentos em dia. "O TCE precisa criar mecanismos que evidenciem claramente os créditos dos municípios", ponderou a prefeita de Cristal, Fábia Richter. 

Segunda ela, a dificuldade para fechar as contas desencadeou até problemas de saúde no contador do município. Já o prefeito de Chiapetta, Osmar Kuhn, conta que o mesmo motivo provocou depressão no secretário municipal de fazenda. 

O Presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, esteve na reunião e defendeu que os prefeitos não tenham tratamento diferenciado. 

"Os Governadores do Estado do Rio Grande do Sul, de todos os partidos, sempre maquiaram os investimentos em saúde e nunca foram punidos. Se fosse um prefeito, já estaria preso", reclamou. 

Em dezembro, o TCE promove um curso de capacitação para contadores realizarem a prestação de contas. Prejuízo dos município supera R$ 1 bilhão. 

Os municípios gaúchos deverão encerrar 2015 com perdas que superam R$ 1 bilhão. Somente pela queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), as prefeituras gaúchas deixarão de receber R$ 776 milhões neste ano. Outro motivo que preocupa os gestores é a dívida do Estado na área da saúde. 

São pelo menos R$ 300 milhões que o governo não repassou aos municípios. Também há atrasos nas áreas de assistência social e transporte escolar. TCE já considerou perdas em 2014 A medida do TCE não é inédita. 

Os balanços de 2014 já foram examinados com esse critério. Em janeiro deste ano, o diretor de controle e fiscalização do TCE, Léo Arno Richter, participou de Assembleia Geral e assegurou que ausência de repasses não seria motivo para punição. 

"Fiquem tranquilos que nenhum município será penalizado por conta de atrasos do governo estadual ou federal", garantiu. "O importante é que o Tribunal seja informado a respeito e que não reste dúvida sobre os valores", falou aos Prefeitos.









*FAMURS

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

05 de outubro Dia de comparar do Pequeno Empreendedor

Acreditar na importância das micro e pequenas empresas para o país. Os pequenos negócios movimentam a economia do país, produzem 27% do PIB e geram 52% dos empregos do Brasil. São mais de 10 milhões de micro e pequenas empresas em todo o país, além de 5,3 milhões de microempreendedores individuais e 4,2 milhões de produtores rurais. 

Os pequenos negócios exercem um papel muito importante para o equilíbrio social e econômico do país. Você sabe disso! Mas o consumidor também precisa saber que, ao comprar de um pequeno negócio, se leva muito mais do que o que se compra: leva desenvolvimento para as comunidades, leva oportunidade de mais empregos, leva possibilidade de melhor distribuição de renda, leva perspectiva de mais qualidade de vida. 

Hoje dia  5 de outubro, vamos fazer que comércio e sociedade se reúnam para celebrar, consolidar e incentivar os pequenos. Gerar oportunidades e crescimento para a economia local. Pequenos negócios valorizados movimentam o comércio local e promovem o desenvolvimento social. Ao comprar da pequena empresa, o consumidor faz que os pequenos negócios se fortaleçam. Isso estimula a empresa a inovar, a melhorar o seu desempenho, a diversificar a oferta de produtos e serviços, a atender melhor o cliente. 

Associar a sua marca a uma causa social importante. Eleger o pequeno negócio na hora da compra ajuda a fortalecer esse segmento e impulsiona a economia. E a participação dos parceiros é fundamental para que o dia 5 de outubro represente um marco para a conscientização da sociedade consumidora. 

Abrace essa causa: divulgue, motive, incentive, faça acontecer. Participar da transformação e do desenvolvimento do país. A decisão de comprar dos pequenos negócios é um ato que pode transformar o país: ganha o pequeno negócio, ganha o consumidor, ganha o cidadão, ganha o Brasil. 

Daí a importância do seu engajamento e envolvimento para que o Movimento tome conta das ruas, do comércio e sensibilize toda a sociedade.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Indústria tem queda de 9% sobre agosto de 2014, a maior desde 2003

Resultado foi influenciado pela queda de 26% da produção de veículos. De julho para agosto, o recuo foi de 1,2%, o maior para o mês desde 2011. 

A produção da indústria nacional caiu pelo terceiro mês seguido. Em agosto, na comparação com julho, o recuo foi de 1,2%, o maior para o mês desde 2011. Com esse resultado, o setor acumula queda de 6,9% no ano e de 5,7% em 12 meses. Já na comparação anual, contra agosto de 2014, a atividade fabril caiu 9%, a maior baixa nessa base de comparação (agosto contra agosto) da série histórica do IBGE, que teve início em 2003. 

A maioria dos setores analisados mostrou resultados negativos. O mais expressivo partiu dos veículos automotores, reboques e carrocerias, que registraram queda foi 26,2% na produção. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “A indústria, nesse momento, opera 15% abaixo do nível mais alto da série, alcançado em junho de 2013. A indústria em termos de patamar, é algo similar ao que se tinha em termos de produção em 2009. E naquele ano de 2009, o fechamento do ano teve recuo de 7,1%”, analisou André Luiz Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE. 

Também contribuíram com essa queda geral da indústria as reduções de produção de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-8,7%), de máquinas e equipamentos (-15,3%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-30,3%), de produtos de metal (-15,7%) e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-18,7%), entre outros. “A queda de 9% é o 18º resultado negativo consecutivo para esse tipo de comparação. Novamente bens de capital e bens duráveis são as duas categorias econômicas que mostram perdas acentuadas. Ressaltando que o resultado negativo de 33,2% de bens de capital é o resultado negativo mais intenso da série, para esse tipo de comparação.” 

Na contramão, impedindo que o tombo da indústria fosse ainda maior, cresceu a produção das indústrias extrativas (2,9%), "impulsionado, em grande parte, pelos avanços nos itens minérios de ferro pelotizados e óleos brutos de petróleo". Na análise dos tipos de produtos fabricados, os bens de capital registraram queda de 33,2%, influenciados pela menor produção de caminhões e tratores, e os bens de consumo duráveis recuaram 14,6%, puxados pelas retrações na fabricação de automóveis, de eletrodomésticos da linha branca e da marrom. 

 “Quando a gente observa a redução nos resultados de bens de capital, sugere ambiente de incerteza é relevante nesse momento, que faz com que empresários adiem suas decisões nesse momento. Ele observa a demanda que existe nesse momento e avalia que a capacidade instalada é capaz de dar conta da demanda que existe nesse momento”, disse Macedo. Também diminuiu a produção de bens de consumo semi e não-duráveis (-7,6%) e de bens intermediários (-5,5%). 

“Crédito mais escasso, mais caro, associado a essa demanda doméstica caminhando de forma mais lenta, incerteza do consumidor, o que faz com que se adie consumo, está por trás de todo esse comportamento negativo que a gente observa em bens de consumo duráveis e semi e não-duráveis”, disse o gerente do IBGE. 

No mês De julho para agosto, a queda foi menos intensa do que frente ao mês do ano passado, mas a produção da indústria também alcançou a maioria dos setores. Assim como na comparação anual, a maior baixa partiu de veículos automotores (-9,4%). 

Também contribuíram negativamente as indústrias de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,6%), de produtos de metal (-3,0%) e de metalurgia (-1,3%), entre outros. Na contramão, cresceu o setor de produtos alimentícios (2,4%), recuperando a queda de mais de 5% em julho. Caíram ainda as produções de bens de capital (-7,6%) e de bens de consumo duráveis (-4,0%), "influenciadas, em grande parte, pela menor produção de caminhões, na primeira, e de automóveis e eletrodomésticos, na segunda, ainda afetadas pela concessão de férias coletivas em várias unidades produtivas". 

 Na mesma esteira, está o setor produtor de bens de consumo semi e não-duráveis, que recuou 0,3%. O único ramo que teve resultado positivo nessa base de comparação foi o de bens intermediários, que cresceu 0,2%. Dólar Sobre o efeito da alta do dólar e o impacto da valorização da moeda sobre as exportações, 

André Luiz Macedo afirmou que a indústria observa “algum tipo de melhora [nas exportações], mas ainda totalmente incapaz de se reverter essa trajetória de queda que está bem marcada no setor industrial”. 




*G1.com

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Petrobras anuncia reajuste da gasolina e do diesel nas refinarias

Aumento para a gasolina foi de 6% e para o diesel, de 4%. Novos valores entram em vigor a partir das 0h desta quarta-feira (30). 

A Petrobras informou nesta terça-feira (29) que realizou reajustes nos preços de venda da gasolina e do diesel nas refinarias. O aumento anunciado para a gasolina foi de 6% e para o diesel, de 4%. 

Segundo a empresa, os novos valores entram em vigor a partir das 0h desta quarta-feira (30). A alta nas refinarias deve resultar em aumento para o consumidor. O percentual, no entanto, não é necessariamente o mesmo: o valor do combustível nas bombas depende de determinação dos postos. 

A empresa, endividada em dólar, já vinha sendo pressionada pelo câmbio alto nos últimos meses. Em 2015, o dólar acumula alta de 52% sobre o real. Aumentos anteriores em novembro de 2014, a Petrobras já havia aumentado o preço de venda nas refinarias da gasolina e do diesel, com altas de 3% e 5%, respectivamente. 

Em janeiro de 2015, a tributação incidente sobre a gasolina e o diesel também foi elevada, conforme o decreto presidencial 8.395, publicado no "Diário Oficial da União". O aumento foi repassado ao consumidor pelos postos de gasolina. 

De acordo com o Fisco, o impacto do aumento seria de R$ 0,22 por litro para a gasolina e de R$ 0,15 para o diesel. 

Porém, o aumento variou nos postos. Em agosto, a Petrobras anunciou também aumento do preço do gás de cozinha - o gás liquefeito de petróleo para uso residencial, envasado em botijões de até 13 kg (GLP P-13). A alta média anunciada foi de 15%.




*G1.com

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

O Governo venceu, conseguiu aprovar o aumento da alíquota do ICMS na Assembleia Legislativa

Vencida pelo governo ao 45 do segundo tempo, a disputa política que resultou no aumento da alíquota do ICMS no Estado contou com algumas trocas de camisa para que o Projeto fosse aprovado na Assembleia Legislativa na noite de terça-feira. 

Onze Deputados mudaram de time: contrários ou indecisos em relação ao Projeto original, resolveram jogar do lado do Piratini, determinando a apertada vitória por 27 a 26 votos que aprovou o tarifaço. 

Veja  para onde vai o dinheiro do aumento de ICMS:  TV a cabo e bebidas, são alguns deles. 

Votação de aumento do ICMS é marcada por protestos em Porto Alegre. 

As justificativas para a mudança de postura são variadas: vão desde apoiar uma decisão de Bancada até evitar um "caos" no Estado, em função de mais atrasos de repasses. 

Em casos mais específicos, inexperiência política, garantir a governabilidade e até mesmo prestar solidariedade ao marido foram argumentos considerados pelos Deputados que ajudaram José Ivo Sartori a emplacar o aumento de tributos. 







*Zero Hora

terça-feira, 22 de setembro de 2015

PDT vai apresentar Emenda restringindo prazo do aumento do ICMS

Parlamentares se reuniram nesta segunda-feira com Sartori no Palácio Piratini

Sem a data para que as alíquotas voltem ao patamar atual, o partido votará contrariamente. Após reunião com o governador José Ivo Sartori, na tarde desta segunda-feira, o PDT manteve sua posição de exigir um prazo máximo para o aumento das alíquotas do ICMS. 


O Líder da Bancada, Deputado Eduardo Loureiro, afirmou que a sigla vai protocolar uma Emenda aos Projetos restringindo a elevação dos índices em, no máximo, quatro anos. As informações são do blog Cenário Político, da Rádio Gaúcha. 

Sartori exonera secretários para que votem a favor do aumento de ICMS

 – Vamos definir até amanhã (terça-feira) o prazo. Nós estamos avaliando isso, mas, a princípio, três anos – relata Loureiro. Ele destaca que, sem a data para que as alíquotas voltem ao patamar atual, o partido votará contrariamente. 

O primeiro a sair da reunião, o Presidente do PDT Gaúcho, Deputado Federal Pompeo de Mattos, afirmou que a sigla e o governo estão "fechando" o acordo. 

Governo estadual tenta reduzir teto de dívidas de pequeno valor.

– Faltam alguns detalhes e o governador foi sensível a nossas colocações – diz o parlamentar. Quanto aos projetos que definem a extinção das Fundações de Produção e Pesquisa e Saúde (Fepps) e de Esporte e Lazer do RS, o PDT solicitou a retirada do regime de urgência. 

Caso a ação não seja feita pelo Piratini, a sigla deve votar contrariamente às propostas. Mobilização para protesto em frente à Assembleia.  Na véspera da apreciação pelos Deputados do Projeto do Executivo que prevê aumento do ICMS, servidores estaduais devem definir os próximos passos da mobilização nesta segunda-feira. 

Integrantes das mais de 40 entidades que compõem o Comando Unificado se reunirão às 17h, na sede do Centro dos Professores do Rio Grande do Sul (Cpers/Sindicato), para definir as ações do movimento nos próximos dias. V

Veja quanto você vai gastar a mais se o ICMS for elevado no RS Contrários ao pacote dos projetos do Executivo, os servidores — que se deslocam em massa — começaram a chegar na Praça da Matriz, em frente à Assembleia Legislativa. 

Caravanas do interior do Estado estão vindo à Capital para reforçar a mobilização. Há barracas montadas no local e a rua em frente à Assembleia está bloqueada pela Brigada Militar.

 — Estamos prevendo uma grande participação dos servidores, com duas ou três vezes mais gente que na última terça-feira — disse o presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos do Estado (Fessergs), Sérgio Arnoud. Segundo Arnoud, a mobilização será mantida mesmo com chuva. 

A pedido do Comando Unificado, um telão será instalado na esplanada da Assembleia Legislativa, voltado para a Praça da Matriz, para que servidores acompanhem, ao vivo, a votação. Na terça-feira passada, servidores protestaram em frente à Assembleia Legislativa, bloqueando os acessos da Casa. 

A manifestação resultou no cancelamento da Sessão e em uma votação a portas fechadas na quarta-feira, quando os Deputados aprovaram projetos polêmicos, como o que altera as regras para a aposentadoria do funcionalismo estadual, com as categorias do lado de fora da AL. Um esquema especial de segurança será montado para garantir o andamento da sessão desta terça-feira. 

A ocupação das galerias será dividia meio a meio: metade será ocupada por pessoas contrárias ao aumento do ICMS, como sindicalistas, e o restante por quem é favorável à medida, como prefeitos. 

Deputados aprovam oito dos 10 projetos do Executivo;  

Só será aceito o acesso daqueles que possuírem as senhas — que serão distribuídas ao Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Rio Grande do Sul e às entidades que se manifestarem até o fim da tarde desta segunda-feira. 

 — Do prédio para dentro, a segurança da Assembleia é conosco. 

Do prédio para fora, é com a Brigada Militar. Não será permitida a entrada de bandeiras com cabo e instrumentos musicais. Da porta para fora, a BM deve fazer o mesmo cordão de isolamento que fez no governo Tarso, durante as manifestações de rua, em 2013, e que se repetiu na semana passada 

— disse o Presidente da Casa, Edson Brum (PMDB). O Presidente da Assembleia ressalta que servidores da área da segurança não poderão acessar o prédio armados. 

Na porta, haverá detector de metais e revistas. 








* Com informações de Zero Hora

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Em reunião com a base, Sartori articula aprovação de 10 projetos nesta terça-feira

Governador pediu apoio para as propostas, entre elas a criação de aposentadoria complementar para os servidores e a extinção de fundações.

Em reunião no fim da tarde desta segunda-feira, no Palácio Piratini, o governador José Ivo Sartori alinhavou a costura política para tentar garantir a aprovação de pelo menos 10 projetos do Poder Executivo na sessão de terça-feira na Assembleia. Acompanhado de secretários de Estado, ele conversou por mais de duas horas com deputados da base (que são maioria no Parlamento) para convencê-los da necessidade de chancelar as medidas.

A mais polêmica delas — alvo de críticas do funcionalismo e da oposição — é a que prevê a criação de um regime complementar de previdência para os servidores públicos estaduais. Líderes sindicais chegaram a pedir ao governo para que voltasse atrás e retirasse o texto do regime de urgência. Alguns parlamentares também fizeram a solicitação, mas não conseguiram sensibilizar Sartori.

— Apesar de pequenas divergências, todos reconheceram que o tema do projeto está posto há anos. Além disso, o texto é o mesmo que foi aprovado pelo governo federal e não difere em quase nada do que foi aplicado em outros oito Estados, inclusive na Bahia, que é governada pelo PT — disse o deputado estadual Ibsen Pinheiro (PMDB).

Votação de projetos polêmicos é adiada.

Também integram a leva a ser votada amanhã os projetos que extinguem duas fundações — a Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (Fepps) e a Fundação de Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (Fundergs). Ambos são alvo de críticas por parte de servidores públicos, que prometem lotar as galerias nesta terça-feira para pressionar pela rejeição. — Não posso garantir que toda a base votará de forma unânime pela aprovação, mas existe uma posição favorável — afirmou o líder do governo no Legislativo, Alexandre Postal (PMDB). A decisão final sobre o que irá ao plenário será formalizada na reunião de líderes, às 11h30min de amanhã, no Poder Legislativo. Apesar de haver forte resistência dos parlamentares da oposição, o presidente da Casa, Edson Brum (PMDB), afirmou que os 10 textos integrarão a pauta de qualquer forma, porque os prazos de votação já expiraram. 

Pacote é insuficiente para resolver crise nas finanças do Estado.

Ao fim do encontro com a base, que foi realizado no Galpão Crioulo, ao som de rojões e fogos lançados por servidores descontentes, Postal disse ainda que pedirá, na reunião de líderes, a antecipação da proposta que amplia o uso dos depósitos judiciais para a pauta do dia 22. A medida é capaz de injetar R$ 1 bilhão de imediato no Tesouro e, se aprovada, ajudará a pagar a folha no dia 31 de setembro. Quanto à proposição que prevê aumento de impostos, o Piratini desistiu de tentar apressar a votação. Nas últimas semanas, Postal vinha falando com líderes de partidos adversários sobre o assunto, mas não conseguiu avançar nas tratativas. O que ainda está em discussão é a possibilidade de limitar o tarifaço ao fim da gestão de Sartori — exigência feita por partidos como o PDT para dar aval ao projeto. O assunto não chegou a ser tratado na conversa desta segunda-feira. Deverá ser tema de nova reunião, em data próxima à votação, prevista para o dia 22.

"Teríamos colocado em primeiro lugar os salários", afirma Tarso Genro

Confira os projetos do Poder Executivo aptos à votação, nesta terça-feira, na Assembleia:

PROJETO DE LEI Nº 207 — Cria a Câmara de Conciliação de Precatórios, que permitirá a negociação de acordos com credores com desconto de 40% do valor da dívida. — Regime de tramitação: urgência. — Justificativa do governo: tende a desestimular o mercado paralelo dos precatórios e a ampliar o número de credores pagos.

PROJETO DE LEI Nº 212 — Inclui nas atribuições do Corpo Voluntário de Militares Inativos da BM atividades de videomonitoramento nos municípios que têm os equipamentos e necessitam de servidores para operá-los. — Regime de tramitação: urgência. — Justificativa do governo: medida auxiliará as prefeituras na prevenção de crimes.
PROJETO DE LEI Nº 213 — Altera a lei que institui o Imposto sobre Doações ou Transmissões Causa Mortis (ITCD), cobrado em doações e herança. A ideia é restabelecer alíquotas progressivas. — Regime de tramitação: urgência. — Justificativa do governo: deve elevar a arrecadação anual em R$ 43,9 milhões. Deputados da base divergem sobre tarifaço

PROJETO DE LEI Nº 215 — Extingue fundos públicos que já cumpriram finalidades e aqueles que estão inativos há três anos ou mais, atendendo ou não a suas finalidades. — Regime de tramitação: urgência. — Justificativa do governo: contribuirá para o "aperfeiçoamento da gestão financeira e orçamentária do Estado".

PROJETO DE LEI Nº 243 — Propõe mudanças na legislação para que possa avançar a transformação do Laboratório Farmacêutico do Estado (Lafergs) em empresa pública. — Regime de tramitação: urgência. — Justificativa do governo: eliminaria amarras burocráticas que hoje dificultam a retomada da produção.

PROJETO DE LEI Nº 255 — Autoriza o Poder Executivo a prorrogar os contratos de sete cargos em comissão/funções gratificadas da Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. — Regime de tramitação: urgência. — Justificativa do governo: os profissionais são importantes para a rotina de trabalho da orquestra. Governo faz campanha na internet para convencer sobre aumento do ICMS.

PROJETO DE LEI Nº 299 — Autoriza a extinção da Fundação de Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (Fundergs). — Regime de tramitação: urgência. — Justificativa do governo: alcançar "metas de controle de despesas" do Estado. — Está entre as medidas polêmicas e contestadas por servidores. 

PROJETO DE LEI Nº 301 — Autoriza a extinção da Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (Fepps). — Regime de tramitação: urgência. — Justificativa do governo: fazer o "enxugamento da máquina administrativa". — Está entre as medidas polêmicas e contestadas por servidores.

PROJETO DE LEI Nº 209 — Impede que o servidor público incorpore função gratificada (FG) para fins de aposentadoria se tiver obtido o benefício ao exercer o cargo em outro poder. — Regime de tramitação: urgência. — Justificativa do governo: reduzir custos. Discursos de Sartori podem aumentar ansiedade e criar clima de pânico

PROJETO DE LEI Nº 303 — Institui o regime de previdência complementar para os servidores públicos estaduais. — Regime de tramitação: urgência. — Justificativa do governo: conter o déficit previdenciário, já que quem ingressar no serviço público terá de contratar previdência complementar se quiser receber acima do limite do INSS (R$ 4,6 mil). — Está entre as medidas polêmicas e contestadas por servidores. SERVIÇO Para acompanhar a votação — A sessão na Assembleia terá início a partir das 14h — A TV Assembleia transmitirá a votação ao vivo. Você poderá acompanhar a transmissão pela internet ou pela televisão. Para Região Metropolitana de Porto Alegre, o canal é o 61.2 da TV aberta.



*Zero Hora

 
Design by Wordpress Theme | Bloggerized by Free Blogger Templates | Best Buy Printable Coupons